sábado, 16 de julho de 2011

A seguir...

Da janela da frente,
Observo as coisas e seus sentidos secretos,
Idéias, pensamentos, reticências
Essências, reminiscências, afetos,
Teorias sem autor
Que chame alguns de "abjetos",

Nem propagador de absoluta verdade,
Vejo pés descalços, liberdade,

Naqueles em quem sei que devo confiar,
Então flutuo,
Permaneço a gravitar.
Como explorador voando,
Com um trajeto:
Fabular.

Construindo geografia e grafia particular,
Crio minha ciência e meu modo de estar,

Com minha própria lógica,
"Antropozoomorfológica",

Se fazendo registrar.

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