quarta-feira, 6 de julho de 2011

Não Adianta...

Não consigo mais,
Tenho medo de perder o medo.
Com frio na barriga,
Te recebo.

O que faço?

Não posso mais te ignorar
Buscando teu aconchego
Até seu silêncio é o melhor
Do que hoje posso encontrar, escutar.
Como eu sonhava em te dar,
Na tempestade,
 Meu melhor abrigo,

Perguntas de amigo:
Entende agora o que eu digo?
Simplicidade que pode desgastar?

O "Eu te Amo" repetido,
Até nada significar.

Não há aditivo qualquer,
Que me faça escapar
Daquilo que devo passar,

O que me resta viver
Está na lágrima,
Lástima,
Mágoa
Pra me afogar.

Você em seu canto,
Esperando suas contas
Poder encerrar.

Sei que não devo ( e nem quero) invadi-la
Acredito no tempo,
E na tua permissão, o momento
De conseguir
Te entender
Encontrar,
Deparar,
Minhas sensações depurar.

Teu peito disparar,
Desvendando teu novo poder.
E finalmente,
Celebrar

O teu raro estado de viver,
Conseguindo em meus ombros se apoiar.
Eu, ansiando te seguir,
"Preciso sair deste lado,
Preciso mudar de lugar".


E, você,
Me deixa te acompanhar?

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