A mente,
Por si,
Segura a semente,
Do que é e do que foi, do que vem e do que vinha.
A máscara,
Masca a cara má,
Escarrando, escancarando, descarando,
A escara que carrega
E contra si mesma, em auto-flagelação,
Ofende o que contém, espezinha,
Aquilo com que contava,
E por definição,
Definha.
Mostrando postagens com marcador OS Buracos da Máscara. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador OS Buracos da Máscara. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Segundo aforisma da máscara
A mente,
Brilhante e manifesta pitonisa,
Quando tocada e tocante,
Até advinha.
A máscara,
Arrogante e funesta, cínica, ironiza.
Quando quebrada e distante
Permanece mesquinha.
Brilhante e manifesta pitonisa,
Quando tocada e tocante,
Até advinha.
A máscara,
Arrogante e funesta, cínica, ironiza.
Quando quebrada e distante
Permanece mesquinha.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Desafio V: Máscara
A mente manifesta,
A máscara infesta,
A mente brilha, evidencia, sábia, livre, culta.
A máscara humilha, vicia, pedante e aprisionada, oculta.
Reconheça: não há ilusão,
Que esconda com a mão,
A boca que rumina,
Masca teu verbo ácido,
Querendo acordo tácito,
Legitimando a opressão.
Você me quer
Tendo como centro do mundo
Teu próprio ego,
Morbidez,
Olhar cego,
Rigidez
Mortificante ferimento,
Da pele contra o prego
E pregação
Mofino experimento,
Ao qual reajo
Com a incisiva negação.
É minha vez,
Lamento,
De gritar por reação:
Em alto e bom som, digo:
Sou a lucidez do perigo,
Teu amor, meu inimigo,
E você, sendo tudo o que o Belo não fez,
Só pode estar,
No perigo por trás da lucidez.
A máscara infesta,
A mente brilha, evidencia, sábia, livre, culta.
A máscara humilha, vicia, pedante e aprisionada, oculta.
Reconheça: não há ilusão,
Que esconda com a mão,
A boca que rumina,
Masca teu verbo ácido,
Querendo acordo tácito,
Legitimando a opressão.
Você me quer
Tendo como centro do mundo
Teu próprio ego,
Morbidez,
Olhar cego,
Rigidez
Mortificante ferimento,
Da pele contra o prego
E pregação
Mofino experimento,
Ao qual reajo
Com a incisiva negação.
É minha vez,
Lamento,
De gritar por reação:
Em alto e bom som, digo:
Sou a lucidez do perigo,
Teu amor, meu inimigo,
E você, sendo tudo o que o Belo não fez,
Só pode estar,
No perigo por trás da lucidez.
Assinar:
Postagens (Atom)



