A mente manifesta,
A máscara infesta,
A mente brilha, evidencia, sábia, livre, culta.
A máscara humilha, vicia, pedante e aprisionada, oculta.
Reconheça: não há ilusão,
Que esconda com a mão,
A boca que rumina,
Masca teu verbo ácido,
Querendo acordo tácito,
Legitimando a opressão.
Você me quer
Tendo como centro do mundo
Teu próprio ego,
Morbidez,
Olhar cego,
Rigidez
Mortificante ferimento,
Da pele contra o prego
E pregação
Mofino experimento,
Ao qual reajo
Com a incisiva negação.
É minha vez,
Lamento,
De gritar por reação:
Em alto e bom som, digo:
Sou a lucidez do perigo,
Teu amor, meu inimigo,
E você, sendo tudo o que o Belo não fez,
Só pode estar,
No perigo por trás da lucidez.

"Em alto e bom som, digo:
ResponderExcluirSou a lucidez do perigo,
Teu amor, meu inimigo,
E você, sendo tudo o que o Belo não fez,
Só pode estar,
No perigo por trás da lucidez."
Você sempre arrebenta.
vi hoje seu comentário no meu blog, rapaz.
ResponderExcluirvim só pra agradecer e não me decepcionei, você escreve bem. um abraço.
- Lucas C.