Eu,
Crescendo para além de mim,
Extraindo o meu melhor para, no fim,
Poder te oferecer.
Para me arrepender,
Não tenho nada
A menos que seja saber
Que fazemos o que nos desagrada.
Vejo esses novos laços que nós engendramos,
Chegue perto,
Perceba:
Somos humanos.
Tento me conter,
Em minha poltrona manter,
Uma certa doença,
Mas você me abraça,
Me cura,
Sem ter essa consciência.
Nos conhecemos,
Podemos estar juntos assim.
Livre,
Livro - me do medo de perder,
E ver entre os dedos derreter
O desenho teu
Que os meus pensamentos fizeram existir,
Até aqui você vir:
Nota as palavras a conceber meu rosto?
A sentir desgosto com o seu partir?
São coisas tão difíceis de ver,
Mas nada entre erros e culpas
As fará sumir...

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