domingo, 4 de setembro de 2011

24/01/2011

Amanhã aniversaria a Flor,
Hindu- Amazônica,
Híbrida, Icônica,
Universal,
Como a paz de Gandhi,
E a ópera de Manaus.

Penso que não crê em trindades,
(mesmo distinguindo duas)
Porém, mesmo quando se extenua,
Com as faculdades,
Ao final são tuas,
Duas das mais verdades,
Que sabe dominar.

Salvo engano,
Conhece  Los Angeles,
(acho, tem família lá)

Pouco me conhece,
(tenho muito a dar?)

De palavras certas,
Verdades abertas,

Sabe o que é criar,
Destruir,
Conservar.

Não precisa de espada,
Muito menos de lança,
Já tem garantida,
A perseverança.

Sua jornada é múltipla,
E concomitante,
(Dizem: com isso se torna irritada e irritante)
Mas eu asseguro,
Nunca petulante.

E permanece,
Entre ir e volver,
Entre Almodóvar,
Cor,
Prazer.

Defende o amor igual,

Cálice-Cálice,
Graal-Graal.

Des- anarquiza um bando,
"Reti-Sente" o comando,
E seu peso final.

Lê as palavras de Caio Fernando,
Ao mundo, fica observando,
Vive, afinal.

O que impressiona
A mim,
Aqui,
Tão banal.

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