sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Corte Seco ( Ou: de 98 graus, de volta ao zero)

Agora que sei: seguiremos caminhos diferentes
Errei por crer que merecia, pelo menos, uma despedida decente.
Mas se não houve sequer um afago de chegada,
Há razão para ter a saudação do "até logo" esperada?

Por  mais que não pareça,
Sempre fui sincero,
De novo firo meu peito,
Com a estaca zero.

Nunca conseguiu saber
Como me desespero
Talvez nunca tivesse o poder
Para aceitar meu esmero,
Por mais que te incomode,
Meu entusiasmo explode,
Toda vez que te reitero.

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