Eu que me achava tão rasgadamente expresso,
Me vejo como uma piada, confesso.
Nunca indiferente,
Já que sou aquele que em ti, numa outra acepção de "em frente",
Viu,
As portas abertas,
Limitadas nesse Abril.
Me faltam as necessidades que coloro
(Conjugadores me põem em dúvida sobre ser esse verbo existente),
Sei apenas Impossível dizer que ignoro,
Ou trato de forma banal,
O seu solitário carnaval, fértil e crescente,
Mesmo,
Quando,
Principalmente,
Tudo parece um ermo
A esmo,
Minguando,
Continuamente.
Já que temos alma,
Somos animais,
Mas na sua fauna
E paisagem,
Reside a coragem,
Das nominais homenagens.
Me fez lembrar um fato:
A única tecla na qual orgulhosamente bato
É o botão de rediscagem.
Invado sua geografia do mítico,
Águas me passam, oceano intranquilo, porém Pacífico.
Temos tempos poéticos,
Em mim , por gotas contadas,
Na sua vez, golfadas do Pérsico,
Me resta,além de qualquer cordialidade,
A volátil solidadriedade,
De quem também está no tétrico.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Cronotópico
Coisas as quais
O sono faz
Com que a gente passe:
Imaginei escutar,
Pondo meus olhos a fechar,
Um relógio de tique- taque,
Tendo um ataque,
E nele, engasgasse.
O sono faz
Com que a gente passe:
Imaginei escutar,
Pondo meus olhos a fechar,
Um relógio de tique- taque,
Tendo um ataque,
E nele, engasgasse.
terça-feira, 16 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
Sem Rima Final
O que eu posso tentar
É registrar
O posto imediatamente em minha frente
Ou meu dentro
Flutua-
Ante-
Mente
Ex-
Permanente.
N-
Atua-
-Mente
Que flui,
Dama,
Ente.
Oposição diante
De-
Amante,
Rente.
Ex-
Ter-
Nu-
Ante.
Falsear um centro
Do qual refugo.
Perifer-
Riso.
É registrar
O posto imediatamente em minha frente
Ou meu dentro
Flutua-
Ante-
Mente
Ex-
Permanente.
N-
Atua-
-Mente
Que flui,
Dama,
Ente.
Oposição diante
De-
Amante,
Rente.
Ex-
Ter-
Nu-
Ante.
Falsear um centro
Do qual refugo.
Perifer-
Riso.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
Ora, Sejam Sós...
Uma hora
(Em qualquer vindouro agora),
Vai de vez embora,
O bom humor
Do outrora grande orador,
Onde o amor não mais mora.
Há quem corra a lhe corrigir,
Pra que a masmorra interna morra,
Venha a se destruir.
No entanto, o plano segue decadente.
O retórico anda adstringente,
Restringindo toda gente que lhe vir.
(Em qualquer vindouro agora),
Vai de vez embora,
O bom humor
Do outrora grande orador,
Onde o amor não mais mora.
Há quem corra a lhe corrigir,
Pra que a masmorra interna morra,
Venha a se destruir.
No entanto, o plano segue decadente.
O retórico anda adstringente,
Restringindo toda gente que lhe vir.
sábado, 6 de abril de 2013
Mero Diletante
Escrevo só,
Tudo o que não consegui tornar falado, e por isso me afeta,
Não sou poeta,
Ao menos dos que devam ser seriamente tratados.
Quero me dar o direito,
(E assim, chegar-me aos verdadeiros versadores com devido respeito)
De um dia, quem sabe,
Ter tessituras e textos como atos abandonados,
Quando tiver mais presenças do que ausências,
Menores fugacidades,
Maiores permanências,
Passadas opacidades,
Futuras e maduras transparências.
Não se preocupem comigo ou por mim,
Nada aqui se aproxima do fim,
Só antecipo uma realidade:
Desnecessário será ter das minhas privacidades saudade.
Interrupção nunca significou coma,
Quem a elas buscar, encontrará em viva corporalidade,
Pura soma.
Tudo o que não consegui tornar falado, e por isso me afeta,
Não sou poeta,
Ao menos dos que devam ser seriamente tratados.
Quero me dar o direito,
(E assim, chegar-me aos verdadeiros versadores com devido respeito)
De um dia, quem sabe,
Ter tessituras e textos como atos abandonados,
Quando tiver mais presenças do que ausências,
Menores fugacidades,
Maiores permanências,
Passadas opacidades,
Futuras e maduras transparências.
Não se preocupem comigo ou por mim,
Nada aqui se aproxima do fim,
Só antecipo uma realidade:
Desnecessário será ter das minhas privacidades saudade.
Interrupção nunca significou coma,
Quem a elas buscar, encontrará em viva corporalidade,
Pura soma.
Recém Ex-Blecaute
Re-incandescência:
Um fenômeno me estuda.
Re-fluorescência,
Me bota em flor,
Brota em arruda.
Eu, caminhada surda,
Outra, alguém, nada, muda.
Um fenômeno me estuda.
Re-fluorescência,
Me bota em flor,
Brota em arruda.
Eu, caminhada surda,
Outra, alguém, nada, muda.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
"Liqui Frações"
Lobo,pra ladrar,
Língua, paladar.
Li cor de sabor,
Dito de flor de lótus ou lácio,
Palatável,
"Palas Atenável",
Torna verve do verbo, fácil.
Antena sintonizável,
Polarizar,
Parabólica,
Para bolar,
Parábola a se burlar,
E balizar:
Lar é onde se quer a saudade guardar.
Língua, paladar.
Li cor de sabor,
Dito de flor de lótus ou lácio,
Palatável,
"Palas Atenável",
Torna verve do verbo, fácil.
Antena sintonizável,
Polarizar,
Parabólica,
Para bolar,
Parábola a se burlar,
E balizar:
Lar é onde se quer a saudade guardar.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Cristais Vitruvianos
Polímatas,
Possuidores de saberes fraternos,
Gotas de renascença em suas presenças,
Em meio aos pós, modernos.
Possuidores de saberes fraternos,
Gotas de renascença em suas presenças,
Em meio aos pós, modernos.
terça-feira, 2 de abril de 2013
"Sim City"
A sós,
Depois dos pós,
Se dar pra todas imensidões,
Sem se abalar,
Ou badalar
Com pecados e outros "senões".
Depois dos pós,
Se dar pra todas imensidões,
Sem se abalar,
Ou badalar
Com pecados e outros "senões".
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Ruminar Desarrumos
Por que nós?
Por que aqui?
Por que agora?
Por que longe?
Por que eu, não monge?
Por que bom, não vigora?
"Om" não me revigora?
Por que surge,
Surda quando sonora?
Por que tanto?
Outro canto?
Por que tão?
Tanto não?
Poupar?
Pouco par?
Pouca mão?
Pouco ir?
Recair?
Decair?
Decantação?
Descarar?
Marcar a cara no chão?
Em vão?
Por qual razão?
Por que vou?
Sim ou não?
Por que aqui?
Por que agora?
Por que longe?
Por que eu, não monge?
Por que bom, não vigora?
"Om" não me revigora?
Por que surge,
Surda quando sonora?
Por que tanto?
Outro canto?
Por que tão?
Tanto não?
Poupar?
Pouco par?
Pouca mão?
Pouco ir?
Recair?
Decair?
Decantação?
Descarar?
Marcar a cara no chão?
Em vão?
Por qual razão?
Por que vou?
Sim ou não?
"Recadência"
Sete vidas,
Setenta vezes sete dúvidas,
Queres Gatos?
Trago hiatos.
Cadência, ele reelabora,
Decadência, decora.
Setenta vezes sete dúvidas,
Queres Gatos?
Trago hiatos.
Cadência, ele reelabora,
Decadência, decora.
sábado, 30 de março de 2013
"Recadentismo"
Decalque,
Por cima da garra
Quando pode,
Se crava.
RECalque,
Por baixo do que se escarra,
Quando existe,
Se grava.
Por cima da garra
Quando pode,
Se crava.
RECalque,
Por baixo do que se escarra,
Quando existe,
Se grava.
Anacronismo Crônico
Existe uma certeza,
Da qual quero conhecer o dono.
Sabendo também
Se vem
E de onde:
Para quem dores,
Amores
Douram,
Duram
(Por duração ou dureza),
Sendo coisas que as horas curam
Mas o tempo só esconde,
Buscas escuras redundando em abandono.
Enquanto lembrar,
Há ferida pra lamber,
Só vai cicatrizar,
Aquilo que puder esquecer.
Da qual quero conhecer o dono.
Sabendo também
Se vem
E de onde:
Para quem dores,
Amores
Douram,
Duram
(Por duração ou dureza),
Sendo coisas que as horas curam
Mas o tempo só esconde,
Buscas escuras redundando em abandono.
Enquanto lembrar,
Há ferida pra lamber,
Só vai cicatrizar,
Aquilo que puder esquecer.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Quiasmo*, Uma Tentativa
Retórica, como espelho, figura.
Perdura,
Seduz.
A cruz marcada numa escrita,
A escrita marcada numa cruz.
*Figura de retórica baseada na simetria que é construída com quatro termos,dois dos quais geralmente repetidos, e sendo os dois últimos da mesma na natureza que os dois primeiros, mas apresentados invertidamente. O quiasmo dispõe os termos como num espelho e por isso é frequentemente representado por uma cruz ou pela sequência AB-BA.
(Fonte:http://www.infopedia.pt/$quiasmo)
Perdura,
Seduz.
A cruz marcada numa escrita,
A escrita marcada numa cruz.
*Figura de retórica baseada na simetria que é construída com quatro termos,dois dos quais geralmente repetidos, e sendo os dois últimos da mesma na natureza que os dois primeiros, mas apresentados invertidamente. O quiasmo dispõe os termos como num espelho e por isso é frequentemente representado por uma cruz ou pela sequência AB-BA.
(Fonte:http://www.infopedia.pt/$quiasmo)
segunda-feira, 25 de março de 2013
Vermelho em 27
Soo, sou, suo,
Respiro, suspiro, transpiro,
Desnudo e insinuo.
Lânguido ou natural
Ter a ambiguidade
Como cordão umbilcal?
Respiro, suspiro, transpiro,
Desnudo e insinuo.
Lânguido ou natural
Ter a ambiguidade
Como cordão umbilcal?
domingo, 24 de março de 2013
Cônscia Contundência
Sem saber se portanto,
Ou contanto,
Ou contudo,
Caso haja um ponto profundo,
Em que nada o confunde,
Estará quando ou onde,
O mundo
O contunde.
Ou contanto,
Ou contudo,
Caso haja um ponto profundo,
Em que nada o confunde,
Estará quando ou onde,
O mundo
O contunde.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Que Fim Levaram Os Gatos Pretos?
Como quem depois do fim, volta pra página um,
A título de memória,
Sigo sem esquecer,
Desse poema comum,
Em também querer eu ser
Com toda a sua glória
O capitão de Bandeira,
No rondó de Manuel
E sua esperançosa história.
Juntos de Isadora,
Do hierofante,
Da mulher infiel
Desde antes de todo agora,
Compõem Monte Parnaso,
Descoberto ao acaso
Em música de teatral passado.
Indefinível,
Entre seco e molhado,
Hoje Imaginado,
Nas sendas tranquilas do invisível,
Lirismo, deleite audível.
A título de memória,
Sigo sem esquecer,
Desse poema comum,
Em também querer eu ser
Com toda a sua glória
O capitão de Bandeira,
No rondó de Manuel
E sua esperançosa história.
Juntos de Isadora,
Do hierofante,
Da mulher infiel
Desde antes de todo agora,
Compõem Monte Parnaso,
Descoberto ao acaso
Em música de teatral passado.
Indefinível,
Entre seco e molhado,
Hoje Imaginado,
Nas sendas tranquilas do invisível,
Lirismo, deleite audível.
Regurgitar
Querer de novo a força do início,
Vício corrente, em seu âmago,
Equilibrar-se entre escrever com a dor do soco no estômago,
E a urgência de ter uma faca entre os dentes.
Vício corrente, em seu âmago,
Equilibrar-se entre escrever com a dor do soco no estômago,
E a urgência de ter uma faca entre os dentes.
Ester(id)ilidade.
Outono,
Bomba-Relógio detono,
Em golpe de estado arquitetado pela síncope,desmaio.
Destrono,
Fim de março,
Desde três verões atrás.esgarço,
Em troca do maio,
Esquizofrênico
Leque com o qual se abana o abandono.
Cada um sabe no que é farto,
Eu, lembranças de infarto,
Você, perspectivas de acalanto pós-parto,
Estimulando gestos e seu rosto de trejeito cênico.
Meu sangue sem pacto,
Puro dejeto,
Quer seu futuro materno, fato,
Como coagulado afeto.
Silenciosamente histriônico,
Abro assombrosa clareira,
Feita de abraços lacônicos.
Bomba-Relógio detono,
Em golpe de estado arquitetado pela síncope,desmaio.
Destrono,
Fim de março,
Desde três verões atrás.esgarço,
Em troca do maio,
Esquizofrênico
Leque com o qual se abana o abandono.
Cada um sabe no que é farto,
Eu, lembranças de infarto,
Você, perspectivas de acalanto pós-parto,
Estimulando gestos e seu rosto de trejeito cênico.
Meu sangue sem pacto,
Puro dejeto,
Quer seu futuro materno, fato,
Como coagulado afeto.
Silenciosamente histriônico,
Abro assombrosa clareira,
Feita de abraços lacônicos.
terça-feira, 19 de março de 2013
O Peso Das Libras
Tentar adicionar no colar a miçanga certa,
Por vez, possível um só caminho,
Entre "paz e amor" e "sempre alerta",
Ser o como o zero, nada a valer sozinho.
Por vez, possível um só caminho,
Entre "paz e amor" e "sempre alerta",
Ser o como o zero, nada a valer sozinho.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Metábole*
Mudança por repetição,
Até em melodia,
Ou dramaturgia,
Ao paroxismo.
Dizer que isso se aboliria,
É querer matar
Meu metabolismo.
*1. Figura que consiste na repetição de uma ideia em termos diferentes.
2. Entre os gregos, qualquer mudança rítmica ou melódica efetuada no decurso de uma composição.
3. O termo também se usa modernamente no teatro para traduzir aqueles momentos de reconhecimento de um destino inesperado de um protagonista ou mudanças bruscas no enredo de um texto teatral.
Até em melodia,
Ou dramaturgia,
Ao paroxismo.
Dizer que isso se aboliria,
É querer matar
Meu metabolismo.
*1. Figura que consiste na repetição de uma ideia em termos diferentes.
3. O termo também se usa modernamente no teatro para traduzir aqueles momentos de reconhecimento de um destino inesperado de um protagonista ou mudanças bruscas no enredo de um texto teatral.
domingo, 17 de março de 2013
Sempre De Volta
Mergulhar em ti:
A razão pela qual vim.
Maior do que estar là ou aqui,
Mais profunda do que mesmo a mim.
O barulho do teu silêncio é
Orgulho
Dessa falta de fim,
Interferindo, fertilizando,
A única fé
Que sei manifestando.
A razão pela qual vim.
Maior do que estar là ou aqui,
Mais profunda do que mesmo a mim.
O barulho do teu silêncio é
Orgulho
Dessa falta de fim,
Interferindo, fertilizando,
A única fé
Que sei manifestando.
sábado, 16 de março de 2013
Carnalidade Canina
A língua,
Prende presa,
Cheia de si,
Não míngua.
Crescente
Sinistra destreza,
Concupiscência como única certeza.
Herói Encalha
A marginália é tal nessa paragem,
Que não tem nada, nem mesmo margem.
Quem nada, afoga,
Fazer ou fugir do fogo: as opções em voga.
Vede crepitarem, verdes, imaturas,
Verdades e vaidades,
Inflamando ranhuras do que invade:
Fim do mundo = eternidade
Que não tem nada, nem mesmo margem.
Quem nada, afoga,
Fazer ou fugir do fogo: as opções em voga.
Vede crepitarem, verdes, imaturas,
Verdades e vaidades,
Inflamando ranhuras do que invade:
Fim do mundo = eternidade
quarta-feira, 13 de março de 2013
Altera Sanidade
Em ver,
Esverdeada,
Me vidrar,
Envidraçada,
Embriago,
Por ter embargada,
A vez e a voz,
Dedos, nós,
Pra'marrarem.
Resta amargarem,
Em não agarrar fada.
Esverdeada,
Me vidrar,
Envidraçada,
Embriago,
Por ter embargada,
A vez e a voz,
Dedos, nós,
Pra'marrarem.
Resta amargarem,
Em não agarrar fada.
Alteridade
Nada a fazer
Ou melhor, conceber,
Além de fugir em carreira desabalada.
O que me vem:
"Está tudo bem,
Sobretudo, nada".
Ou melhor, conceber,
Além de fugir em carreira desabalada.
O que me vem:
"Está tudo bem,
Sobretudo, nada".
terça-feira, 12 de março de 2013
"Cavaleriana"
Miasma* pros meus pulmões,
É como chão pra quem caminha,
Então, não existem senões,
Ruarei** por asma minha.
(*Emanação proveniente de substâncias animais ou vegetais em decomposição)
(** De "Ruar"= Andar frequentemente pelas ruas)
É como chão pra quem caminha,
Então, não existem senões,
Ruarei** por asma minha.
(*Emanação proveniente de substâncias animais ou vegetais em decomposição)
(** De "Ruar"= Andar frequentemente pelas ruas)
segunda-feira, 11 de março de 2013
Chiste Helênico I
Dádiva ou falha,
Meu cavalo de batalha,
É ter no agora, desapego.
Jà que presente momento,
Me provou, por convencimento,
Que deve ser de Grego.
Meu cavalo de batalha,
É ter no agora, desapego.
Jà que presente momento,
Me provou, por convencimento,
Que deve ser de Grego.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Subcolateral: Nór-Destiino
Repentino:
Hino embolado
Em que se tem evocado
Com vontade,
A Vitalidade,
Mestre Vitalino,
E/ou a falta de vírgulas em Virgulino.
Hino embolado
Em que se tem evocado
Com vontade,
A Vitalidade,
Mestre Vitalino,
E/ou a falta de vírgulas em Virgulino.
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