segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Beber (L)Icor?


Procuro  todas as coisas que possam ter o teu nome,
Principalmente canções
As tais que me atingem
Com a possibilidade de especular a sua origem,
Junto com todos os "senões".

Se te vi diante da  minha janela?
Sim, mas ela nasceu já com uma grade.
Assim,
Enfim,
Comumente
Mentalmente
O mal  me invade.

Se desejei ter
Sua mão pra ler?
Era meu plano...

Mas, além do nomadismo, pelo qual tenho  implorado,
Nenhum conceito me aproxima de um cigano.

Mesmo destroçado,
O guerreiro segura o escudo,
Querendo rir ou chorar de novo sobre tudo.

És pra mim cobiçado contrassenso,
Me mantendo vivo por dose de arsênico,
Abençoado inferno helênico,
Onde tudo esqueço.

No fogo medieval, queimo e me aqueço,
Contigo sei ao que pertenço.

Por agora, preciso de amor, mais bem escondendo  nas costas, conhecida falha,
Frieza é arma de suicídio,
Tal qual navalha,
Fora do lugar,
Diante da jugular.

Incapaz de contra isso fazer frente.
Me descubro odioso,
Porém, não de repente,
Curioso dolorido sem cura,
Nunca disse ser valente.

Teia de aranha
No alto de montanha ou precipício,
Imobilizado pelo tornozelo:
Apelo serve de vicio
Esse sou eu,
Outra variante de Prometeu.


Acumulando fim antes do início,
Uma bomba cai dentro da luva,
Enquanto lavo prantos e pálpebras na chuva.


(Derivado de: De Volta Ao Teu Nome)



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