Saudades de suas divagações apalavradas,
Devaneios que de todos os meios,
Trazem algum tudo ao meu nada.
Em acidentada estrada,
Encontro pra me construir
Do outro ou de tempo, um ainda por vir,
Um retalho.
Vejo afeto maior em ato falho,
Beleza que foi manter letra trocada,
Dizer "Muito abrigada", em vez de "obrigada",
Devo chamar essa situação de equivocada?
Eu, com minha percepção atrasada,
Vejo como seu aspirar espera,
E sem querer, brilha.
Por isso,aqui te almejo afagada,
Joia rara, valorizada,
Tendo em cada palavra nesses versos impressa,
Como memorabília.
Confessa,expressa,
Sem pressa.

Lindo,lindo,lindo...O belo me encanta e eu não poderia deixar de amar a beleza dos seus versos. Parabéns Rafael, suas composições são dignas de louvor.
ResponderExcluirQuanto ao "abrigada", rs, sem dúvida é assim que me sinto aqui, depois de "Confidências para Astréia".
Abraço fraterno!