É lícito que canse
Toda vez que eu me repita,
Mas esse hábito me habita,
Talvez só nele eu avance.
Pra ti,
Por mim
(Peço, de novo, que reflita):
Vale a pena crer,
Seguir assim,
Na ilusão de viver
Eternidade infinta.
Dizer menos do que você merece,
Na frequência com que acontece,
Mais que aborrecer,
Me apodrece.
Sinceridade,
Vem por querer:
És quem faz valer,
E por hoje, se reverencia.
Abrigada ambiguidade:
Essa cidade esvazia.
Lhe é novidade,
Se de todo mundo e ninguém,
Me divido em entre e aquém?
Falo demais,
Sem dever lamentar esse dia,
Fique bem,
Sorria.

Nenhum comentário:
Postar um comentário