Se morro de saudade de você,
Ou morro de você, Saudade,
É algo que nem minha própria pessoa vê,
Mas sabe que sempre invade.
Acabo me arriscando, sem medo de dizer
Que morro em você,
Sendo essa sim, a verdade.
Meu verso tem a consciência,
De que nunca será mais que a metade,
Nascido que é,
Da carência,
Abstinência
Querência de indefinido objeto,
Desconhecido portador de afeto,
Aquele, que evade,
Se faz ausência,
Antes de se perceber completo.
A sua inquietação rende bons movimentos poéticos e ritmo agradável.
ResponderExcluirBeijo.