sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Paralela Rara

É chama personificada.
Foi chamada,

"Poeta certa do cerrado"
(Não será poetisa?)
De qualquer forma, fato:
Se divisa,

(Des?)Equilibrada,
Bipolariza.

Entre o doce brado,
O áspero significado,
Uma seta ao apaixonado,
Quem sabe, punho fechado.

Dona de incertezas vívidas,
Fala de mulheres líquidas
Me mantêm intrigado
Sobressaltado.

Como quem de/para/com
Mudança eventual para um estado,
Volátil concretizado,
Ou alguma surdez nesse tom.




5 comentários:

  1. Há uma acidez lúdica neste poema, e eu gostei, uma forma diferente que nunca me retrataram, mexeu comigo.

    Beijo, Rafael, obrigada pela vertigem! =)

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    1. "Vertigem"? está aí uma palavra que ninguém nunca usou ao lidar com meus poemas... Estava te devendo uma homenagem faz tempo, hoje saiu...Beijos.

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    2. Aliás, que mal lhe pergunte, o que é acidez lúdica? rssssssssssssss....

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  2. Respostas
    1. Obrigado, caríssima Astréia... Saudades de você aqui...Abraços.

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