É chama personificada.
Foi chamada,
"Poeta certa do cerrado"
(Não será poetisa?)
De qualquer forma, fato:
Se divisa,
(Des?)Equilibrada,
Bipolariza.
Entre o doce brado,
O áspero significado,
Uma seta ao apaixonado,
Quem sabe, punho fechado.
Dona de incertezas vívidas,
Fala de mulheres líquidas
Me mantêm intrigado
Sobressaltado.
Como quem de/para/com
Mudança eventual para um estado,
Volátil concretizado,
Ou alguma surdez nesse tom.
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Há uma acidez lúdica neste poema, e eu gostei, uma forma diferente que nunca me retrataram, mexeu comigo.
ResponderExcluirBeijo, Rafael, obrigada pela vertigem! =)
"Vertigem"? está aí uma palavra que ninguém nunca usou ao lidar com meus poemas... Estava te devendo uma homenagem faz tempo, hoje saiu...Beijos.
ExcluirAliás, que mal lhe pergunte, o que é acidez lúdica? rssssssssssssss....
ExcluirMuito lindo, Rafael!
ResponderExcluirObrigado, caríssima Astréia... Saudades de você aqui...Abraços.
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