terça-feira, 5 de junho de 2012

195 náuseas da maresia

Sigo persistindo no perigo,
De ser ou me esconder naquilo que persigo,
Sabendo que não há nada mais antigo,
Que em mim insista em renovar.

Há então o tético, estético e patético
Resguardo de nada guardar,
Ato performático, pseudo-profético,
De se atirar da altura do subsolo,
Metamorfose morfética, sem colo,
Ao correr, sem primeiro andar.





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